Site para hotel: 4 motivos pelos quais ele ainda não te ajuda nas vendas

          É bem provável que você ou o dono do hotel onde você trabalha tenham investido quantias virtuosas na fachada da propriedade. Afinal, é aquela velha história: a primeira impressão é a que fica, pelo menos até determinado período, quando o hóspede ainda desconhece o serviço e, portanto, é incapaz de emitir opiniões embasadas.

          Mas o que mais chama a atenção nesse contexto é que o investimento expressivo dificilmente se repete quando estamos falando do site do hotel, ou seja, a função de criar o endereço eletrônico da propriedade é delegada a quem não tem expertise. O que esses gestores não se dão conta é que só vai ver a fachada do hotel quem vir, primeiro, a página online do hotel. E é lá onde geralmente as pessoas decidem se vão se hospedar ou não.

          Por isso, o descaso com a imagem que um estabelecimento passa pela internet é bem difícil de entender para nós da Turboguest, que conhecemos o potencial que esses espaços têm na taxa de reservas de qualquer hotel. Portanto, pensando nisso, fizemos este post, onde apontamos 4 motivos pelos quais o site atual do seu hotel não ajuda e até prejudica as vendas do seu hotel. Veja:

Ausência de motor de reservas

          Entender que a utilidade do website de um hotel vai além de vitrine é o primeiro passo para melhorar os resultados a partir desse local. O que queremos dizer é o seguinte: sites podem ser excelentes canais de aquisição de hóspedes. É claro que existem alguns pré-requisitos para atingir essa meta – nós falaremos de todos eles neste texto. Mas o principal deles é dar a chance de o visitante reservar um quarto no site do seu hotel, ou seja, dispor de um motor de reservas na página.

          Essa ferramenta deve ficar bastante evidente ao cliente logo na página principal do site e, de preferência, nas chamadas “áreas de ouro” – aquelas em que o internauta bate o olho em uma escaneada e, de cara, enxerga o principal. Ali, ele deve ter a opção de escolher em qual unidade do hotel deseja hospedar-se, por quantos dias e o número de pessoas que irá se instalar no total. Esse caminho até a reserva deve ser facilitado por um sistema claro, objetivo e, principalmente, seguro. Lembre-se: se o formulário for grande, haverá desistência.

Site não é amigável

          Para falar deste segundo motivo pelo qual o seu site não vende, precisamos voltar um pouquinho o raciocínio. Explicamos: de nada adianta dispor de um motor de reservas se o site for obsoleto. Até porque, se a página não for amigável – ter as informações dispostas de maneira confusa, obrigando o usuário a literalmente caçá-las, como por exemplo pelos próprios botões de call-to-action (“reserve aqui”) – não fará com que ele se sinta instigado a preencher o formulário do motor de reservas e, finalmente, converter. Pelo contrário, é provável que ele feche a aba e procure por outro estabelecimento.

          Por esse motivo, apresentar um endereço que tenha fotos profissionais é tão importante. A própria Booking, por exemplo, orienta que gerentes de hotéis que se cadastram invistam em bons arquivos visuais. Tal exigência existe porque o usuário precisa encantar-se pelas imagens do seu estabelecimento. Elas devem passar o que de melhor o seu hotel possui. Também podem amenizar eventuais fragilidades, mas não escondê-las por completo – caso contrário, você poderá ser acusado de propaganda enganosa.

          Uma dica valiosa nesse aspecto é caprichar nas fotos de banheiro. Nada é mais decepcionante do que ser atraído por uma suíte cujo chuveiro é fraco, a privada é pequena ou o box é sujo. Pense com a cabeça do seu hóspede e invista em um site que, de fato, o atraia.

Página que não inspira confiança

          Ainda sobre o design da página do seu hotel, precisamos abordar a questão da confiabilidade transmitida. Existem alguns fatores que influenciam nesse sentimento que o cliente pode ter e que está diretamente ligado à tomada de decisão dele pela reserva ou pelo cancelamento.

          Dispor de uma marca fraca, cujo design é amador, é um deles. Outro, mais forte ainda, está relacionado ao desenvolvimento web do site. Se houver lentidão para navegar, links quebrados ou páginas de erro, as chances de não haver reservas a partir dessa ferramenta são bastante grandes.

          Por último, mas não menos importante, está a questão das avaliações. Quem entra no site de um hotel às cegas, ou seja, sem recomendação de amigos, conhecidos ou familiares, deseja ler a respeito de quem já se hospedeu no estabelecimento. Existem plug-ins específicos que transportam as reviews do TripAdvisor, por exemplo, para a página oficial de um hotel. Há, ainda, a possibilidade de que o seu cliente comente sobre a experiência de hospedar-se no seu negócio por e-mail e, depois, você transfira esse conteúdo para o endereço eletrônico. O importante é deixar tudo isso à mostra.

Conclusão

          Os motivos listados acima por si só já atestam a potencialidade de o site de um hotel servir como um dos melhores canais de venda. É claro que ainda existem outros argumentos e, principalmente, estratégias a serem utilizadas para que você atinja esse objetivo. Apresentar informações sobre o destino em que o estabelecimento está inserido é uma delas – o hotel está perto disso ou daquilo, você pode encontrar X ou Y de facilidades na redondeza, a previsão do tempo nos próximos dias e por aí vai.

          Outro aspecto geralmente negligenciado pelos sites de hoteis é a questão do idioma. Além do português impecável – não vá cometer erros de acentuação, concordância ou ortografia, hein? -, é interessante oferecer a possibilidade de a navegação acontecer em inglês. Geralmente, a tradução não custa muito e pode ampliar o leque de atuação do seu negócio a partir da conversão feita por estrangeiros.

          Por fim, ainda enfatizamos a necessidade de o conteúdo do site ser otimizado para buscas. Sabemos que concorrer com anúncios da Booking e outras OTAs é impossível. Se você quiser tentar, vai ter de gastar muitíssimo com Google Adwords e o retorno nem sempre é vantajoso. Portanto, técnicas de SEO são bem-vindas para colocar o seu endereço nas primeiras posições da busca orgânica. E não se esqueça: esse bom ranqueamento deve acontecer tanto em relação ao nome do hotel, quanto pelo nome da cidade onde o negócio se encontra.

          Invista no desenvolvimento de um bom site – esqueça plataformas gratuitas, dispense a proposta do primo do amigo. A economia, nesses casos, tende a não valer a pena. Afinal, o custo por aquisição de cliente em um site é muito menor do que via online travel agency (OTA). Se o endereço for ruim – pelos motivos que listamos acima – ele vai voltar e fazer a reserva pela Booking. Pagar por um website bem codificado, incluindo a manutenção dele, é mais em conta do que a comissão mensal de uma OTA.

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